sábado, 9 de outubro de 2010

Tirando água de Pedra (o petróleo do ar)

... " A operação, em termos simples: o governo vendeu para a Petrobrás 5 bilhões de barris de petróleo que estão enterrados em algum lugar do pré-sal. Cobrou por isso uns R$ 72 bilhões. Logo, a Petrobrás ficou devendo essa grana, pelo direito de lá na frente  pesquisar, perfurar, explorar e finalmente retirar o óleo do fundo do mar.

Em seguida, a Petrobrás abre seu capital e oferece ações no mercado. O governo central (Tesouro) compra parte destas ações, pelas quais deveria pagar à estatal uns R$ 45 bilhões. Mas como tem um crédito pelos barris "a futuro", abate apenas o valor da conta e continua credor da Petrobrás de cerca de  R$ 27 bilhões.

Você pensa que o negócio acabou com a estatal mandando um cheque nesse valor para o caixa do governo? Se pensou está na era da contabilidade pré-Lula.

A Petrobrás não vai pagar, mas o governo federal vai registrar como receita e assim vai fazer neste mês o maior superávit da história.

Ainda vai pegar parte desse dinheiro e emprestar para o BNDES fazer o quê? Pagar as ações da Petrobrás!

Resumo: o governo não colocou um centavo, mas comprou mais ações da Petrobrás, aumentou sua participação e ainda recebeu de troco R$ 27 bilhões. Não é o máximo? Nada nesta mão, nada na outra e ... eis 27 bilhões!!!!

Além disso, o governo assume 51% das ações, com direito a voto e veto, nomeia a diretoria, traça estratégias de administração e estatiza praticamente a Petrobrás.

Agora a Petrobrás, na prática, acaba sendo do governo, podendo-se pressupor toda a espécie de safadeza que virá no governo seguinte.

Acha que acabou? Nada disso. Se você dividir 72 bilhões por 5 bilhões vai encontrar o valor de 14,4 reais que são US 8.7, o preço do barril de petróleo que está super faturado. Na crise do petróleo 1973, a maior da história, chegou a US 11.4.

Analistas acreditam que a tendência será do preço do petróleo cair ainda mais se for confirmado uma segunda crise financeira que está por vir.

E assim, o governo Lula vai estatizando a maior empresa do Brasil (a quarta do mundo), sem pôr um centavo do próprio bolso, tudo na cara dos idiotas brasileiros, e na da oposição mais sem qualidade que este país conheceu!

Carlos Alberto Sardenberg

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

THE ECONOMIST Lula dá dinheiro do Brasil à todos os países!

A revista Economist estranha que o Brasil gaste tanto em “diplomacia de generosidade”, com países emergentes, da África e America Latina, enquanto existem enormes bolsões de miséria no Brasil. Traduzindo: Lula quer aparecer como pai da humanidade, torrando o dinheiro dos brasileiros no exterior. E tome carga tributária

brasiuuuuu

Essa gravura ilustra o texto do Economist, que fala que Lula fala manso e carrega um cheque em branco quando se trata de dar ajuda.

Uma reportagem publicada nessa semana pela revista britânica “Economist” calcula que os recursos gastos pelo Brasil em ajuda humanitária e desenvolvimento no exterior podem chegar a US$ 4 bilhões por ano.

O cálculo, que inclui as iniciativas brasileiras de assistência técnica, cooperação agrícola e ajuda direta a países da África e América Latina, mostra que o Brasil “está se tornando rapidamente um dos maiores doadores mundiais de ajuda aos países pobres”, diz a revista.

A reportagem chega ao montante de US$ 4 bilhões somando os recursos da Agência Brasileira de Cooperação, projetos de cooperação técnica, ajuda humanitária a Gaza e ao Haiti, recursos destinados ao programa de alimentos da ONU e outros, e financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento, o BNDES, nos países emergentes.

Entretanto, a Economist vê o que chama de “ambivalência” nos programas de ajuda do Brasil. Lembra que o país ainda precisa combater bolsões de pobreza dentro de seu próprio território, aponta deficiências na estrutura burocrática voltada para a cooperação internacional e avalia que funcionários e instituições voltados para este fim estão “sobrecarregados” com o crescimento exponencial do volume de assistência durante os anos do governo Lula.

A revista diz que o governo brasileiro está indo longe demais, rápido demais.

Na desesperada busca de tentar ganhar o Premio Nobel da Paz ou de um emprego na ONU, Lula joga recursos que deveriam ser destinados aos brasileiros, em outros países.

Somos nós brasileiros que estamos bancando a mais cara campanha para o premio Nobel da Paz da história da humanidade.

CIRO, CABRA MACHO CONTA VERDADES SOBRE O PT. COORDENADOR DA CAMPANHA DA DILMA


http://www.youtube.com/watch?v=pOO1M8OZpEI

O MAL SÓ TRIUNFA ONDE HÁ O SILÊNCIO DOS BRANDOS E OS CONIVENTES

Diamantina, Interior de Minas Gerais, 1914.
O jovem "Juscelino Kubitschek", de 12 anos, ganha seu primeiro par de sapatos. Passou fome. Jurou estudar e ser alguém. Com inúmeras dificuldades, concluiu o curso de "Medicina" e se especializou em Paris. Como "Presidente", modernizou o Brasil. Legou um rol impressionante de obras e; humilde e obstinado, era (E AINDA É ) querido por todos.

Brasília, 2003.
Lula assume a presidência. Arrogante, se vangloria de não haver estudado. Acha bobagem falar inglês. 'Tenho diploma da vida', afirma. E para ele basta. Meses depois, diz que "ler é um hábito chato"
Quando era "sindicalista", percebeu que poderia ganhar sem estudar e sem trabalhar - sua meta até hoje .

Londres, 1940.
Os bombardeios são diários, e uma invasão aeronaval nazista é iminente. O primeiro-ministro W. Churchill pede ao rei George VI que vá para o Canadá. Tranqüilo, o rei avisa que não vai. Churchill insiste: então que, ao menos, vá a rainha com as filhas. Elas não aceitam e a filha entra no exército britânico, como "Tenente-Enfermeira", e, sua função é recolher feridos nos bombardeios. Hoje ela é a "Rainha Elizabeth II"

Brasília, 2005.
A primeira-dama ( que nada faz para justificar o título) Marisa Letícia, requer  "cidadania italiana" - e consegue... Explica, cândidamente, que quer "um futuro melhor para seus filhos". E O FUTURO DOS NOSSOS FILHOS, CIDADÃOS E TRABALHADORES BRASILEIROS?

Washington, 1974.
A imprensa americana descobre que o presidente Richard Nixon está envolvido até o pescoço no caso Watergate. Ele nega, mas jornais e Congresso o encostam contra a parede, e ele acaba confessando. Renuncia nesse mesmo ano, pedindo desculpas ao povo.

Brasília, 2005.
Flagrado no maior escândalo de corrupção da história do País, e tentando disfarçar o desvio de dinheiro público em caixa 2, Lula é instado a se explicar. Ante às muitas provas, Lula repete o "EU NÃO SABIA DE NADA", e ainda acusa a imprensa de persegui-lo. Disse que foi 'traído', mas não conta por quem nem por que.

Londres, 2001.
O filho mais velho do primeiro-ministro Tony Blair é detido, embriagado, pela polícia. Sem saber quem ele é, avisam que vão ligar para seu pai buscá-lo.. Com medo de envolver o pai num escândalo, o adolescente dá um nome falso. A polícia descobre e chama Blair, "que vai sozinho à delegacia buscar o filho". Pediu desculpas ao povo pelos erros do filho.

Brasília, 2005.
O filho mais velho de Lula é descoberto recebendo R$ 5 milhões de uma empresa, financiada com dinheiro público. Alega que recebeu a fortuna vendendo sua empresa de fundo de quintal, que não valia nem um décimo disso. O pai, raivoso, o defende e diz que não admite que envolvam seu "filhinho nessa sujeira"!

Nova Délhi, 2003.
O primeiro-ministro indiano pretende comprar um avião novo para suas viagens. Adquire um excelente brasileiríssimo "EMB-195", da "Embraer" , por US$ 10 milhões.

Brasília, 2003.
Lula quer um avião novo para a presidência. Fabricado no Brasil não serve. Quer um dos caros, de um consórcio franco-alemão. Gasta US$ 57 milhões e AINDA manda decorar a aeronave de luxo nos "EUA". "DO BRASIL NÃO SERVE".

Brasília, 2010.
Lula assinou um Decreto sobre Direitos Humanos que desagradou a todos os segmentos da Sociedade Brasileira, causou confusão entre os seus próprios Ministro de Estado. O pior é que veio a público dizer que assinou sem ao menos ler o tal Decreto.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

"Só Marina tem as chaves do cofre"

"Ela será o árbitro da segunda rodada."
Com quase 20 milhões de votos (19,2% do total) obtidos, a candidata é tratada nas reportagens e editoriais por expressões como "grande vencedora" da disputa, "fiel da balança" no segundo turno, detentora da "chave das eleições" brasileiras e de um capital político que "vale ouro".

Outros artigos interpretaram a votação maciça em Marina Silva como sinal de que a sociedade brasileira se recusou a "passar um cheque em branco" para a candidata do PT, Dilma Rousseff, apesar do alto nível de popularidade de seu mentor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Como resumiu o diário espanhol El Mundo, "tanto Dilma como (o candidato do PSDB, José) Serra eram personagens secundários" no dia seguinte às eleições, embora ambos tenham obtido, juntos, 80% dos votos.
[...]
'Injeção de vida'
Seguindo raciocínio semelhante, o também espanhol El País diz, em editorial, que "os ecologistas se converteram na formidável surpresa das eleições" brasileiras. "O único claro é que tanto Dilma Rousseff quanto José Serra terão que negociar o programa ambientalista e a política de desenvolvimento sustentável da Amazônia defendida por Marina Silva", diz o jornal. Na Grã-Bretanha, a votação da candidata do PV despertou entusiasmo. O The Guardian afirmou que Marina Silva se tornou "figura central" na disputa.

[...]
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/10/101005_marina_press_pu.shtml
*
Disputado por Serra e Dilma, PV decidirá apoio em convenção Candidata do PV teve 19,6 milhões de votos no primeiro turno da eleição O partido de Marina Silva (PV), terceira colocada no primeiro turno da eleição presidencial, realizará uma convenção para decidir se apoia Dilma Rousseff (PT) ou José Serra (PSDB) na segunda fase do pleito.

Petista descarta "pressão"
Serra: "afinidade" com PV

* Com reportagem de Fabrícia Peixoto, da BBC Brasil em Brasília, e João Fellet, enviado especial da BBC Brasil a Belo Horizonte
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/10/101004_eleicoes_partidoverde_rp.shtml

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Por que Marina está muito mais feliz que Dilma?

Pelo visto o resultado eleitoral fez muito mais bem a Marina Silva que a Dilma Rousseff.

Essa é uma daquelas imagens que valem por mil palavras: a bugra amazonense sorrindo, pela fatia conseguida e a búlgara amargurada, pois, queria tudo. MarinaDilmaGetty

As duas fotos foram tiradas na noite do domingo, quase no mesmo horário. As candidatas Marina Silva e Dilma Rousseff comentavam o resultado das eleições para a imprensa. Enquanto a modesta Marina, em terceiro lugar, exultava por ter conseguido votos suficiente para ajudar a levar a eleição para o 2º turno, comemorando a vitória da adversidade sobre a máquina poderosa do governo. A prepotente Dilma, que pensava ser a dona da cocada preta, embora tivesse recebido o dobro dos votos de Marina, destilava a amargura dos prepotentes, sem conseguir acreditar, da altura dos seus saltos altos, que alguém pudesse atrapalhar seus planos.  Marinha Silva emerge como uma nova força política nacional seja qual for o resultado final da eleição. Quando derrotada Dilma será uma página virada para sempre. Entrará para a história como a viúva Porcina, da política brasileira, aquela
que pensou que seria, sem nunca ter sido.
*
** Eleitor abortou a vitória de Dilma
Os eleitores puseram água no chope da candidata, estragaram a festa que já estava organizada em Brasília, desmoralizaram os institutos de pesquisas e deram um freio de arrumação no ego inflado de Lula.

JANTAR VELÓRIO - O “Blog Besta Fubana” , valoriza a imagem, dizendo segundoturnoToinhodePassira02que “thepassiranews” conseguiu esse flagrante exclusivo do jantar-velório, ocorrido ontem à noite, no Palácio da Alvorada, com as
cabisbaixas cabeças coroadas das "zelites" petista. Mesmo com todos os truques, jogos baixos, pesquisas manipuladas, crimes eleitorais e abusos de uso da máquina a candidata inventada por Lula, em viés de baixa, depois de quatro anos de campanha não conseguiu vencer no primeiro turno.

O eleitor rejeitou o passado terrorista da candidata, suas posições anticristãs, sua defesa do aborto e de suas ligações viscerais com o submundo da corrupção.

O uso da máquina pública, para quebrar o sigilo bancário dos adversários e familiares, o entreposto da Casa Civil usado para falcatruas grossas, sob a chefia de sua amiga Erenice Guerra, macularam definitivamente a imagem da candidata.

No dia 31 de outubro vamos alijar para sempre da vida pública, essa opaca guerrilheira, Dilma Rousseff, de passado nebuloso, de vida pessoal irregular, de desastrada passagem pelo serviço público, escolhida por Lula, para sua sucessora, num dia de porre.

É para ficar tiririca da vida

Vamos encher o bolso de parlamentares ignorantes em troca de ideia nenhuma. É para ficar tiririca da vida.

Mulher laranja, humorista analfabeto e jogador de futebol aposentado são alguns ingredientes de nosso circo eleitoral. Poderíamos rir se não fôssemos coprotagonistas dessa tragédia burlesca. Porque, no fim, vamos eleger mulheres barbudas, palhaços e anões. Vamos pagar suas contas e encher mais ainda seus bolsos em troca de ideia nenhuma. No centro do picadeiro, estão os juízes do STF, que, por omissão ou indecisão, não conseguiram exigir ficha limpa dos candidatos antes da eleição. Contribuem assim para o voto inconsciente.

“Vou defender aquela corrupção”, disse Weslian, casada há meio século com o ex-governador do Distrito Federal Joaquim Roriz. Ela tropeçou nas palavras. Ou talvez tenha derrapado em seu convívio com um marido malabarista, que tudo faz para não perder a boquinha política. Primeiro, Roriz renunciou ao Senado para não ser cassado em processo por corrupção. Depois, com a aparente moralização do processo eleitoral em 2010, renunciou à candidatura porque não se enquadrava na Ficha Limpa. Botou em seu lugar a mulher. Roriz diz: vocês verão a minha foto, mas Weslian é que será a candidata. Vocês vão votar nela, mas é como se o candidato fosse eu. Elementar. Mesmo quem não cursou o ensino fundamental compreende. Madame Roriz não é uma inocente útil. Como tampouco o é Tiririca, o palhaço que só sabe rubricar seu nome e nunca votou na vida.

Na reportagem de capa de ÉPOCA da semana passada, ele disse: “Minha mulher lê pra mim”. A principal plataforma de Tiririca é “ajudar muito o lance dos nordestinos”. Mas ele não sabe como: “De cabeça, não dá pra falar”. Suas maiores credenciais são: “Venho de baixo” e “Tô entrando de coração”.

Embora analfabetos sejam inelegíveis pela Constituição, a Justiça de São Paulo preferiu não colocar à prova se o palhaço sabe ler e escrever. O craque Romário, milionário e malandro, às vezes detido por não pagar pensão alimentícia à ex-mulher e aos filhos Moniquinha e Romarinho, nem tentou driblar a galera, inventando um programa de ideias. O ídolo e goleador prometeu usar o futebol para integrar as crianças carentes. Como deputado federal, conseguirá a façanha jogando futevôlei nas praias da zona nobre do Rio?

Vamos encher o bolso de parlamentares ignorantes em troca de ideia nenhuma. É para ficar tiririca da vida.

Nenhum desses três candidatos é inocente – e como algum deles seria útil? Se Tiririca tem potencial para superar 1 milhão de votos como deputado federal apenas por sua popularidade e pelo slogan “Pior do que tá não fica”, é porque palhaços somos nós, os eleitores brasileiros. O único jeito, num país onde o voto continua sendo infelizmente obrigatório, seria uma forte campanha pelo voto consciente. Mas a quem a consciência interessa?

A Câmara lançou uma radionovela, alertando para o poder do eleitor de escolher bem seus representantes e fiscalizar o trabalho dos eleitos. O detalhe é que a maioria dos brasileiros nem sequer sabe o que faz um deputado estadual, federal ou senador.

O voto consciente é solapado quando dez juízes, ganhando mais de R$ 26 mil por mês, não conseguem decidir, antes da eleição, se a Lei da Ficha Limpa já vale neste ano ou não.

É imoral não exigir de candidatos a cargos públicos o mesmo passado sem nódoas, a mesma integridade que se exige de um cidadão comum. Se bem que, a julgar pelas palavras de Lula em junho do ano passado em defesa do presidente do Senado, José Sarney, alguns homens são menos comuns que outros e merecem tratamento especial.

A Lei da Ficha Limpa foi aprovada, a sociedade aplaudiu, acreditou e, agora, por uma firula jurídica, às vésperas da eleição, o presidente do STF, ministro Cezar Peluso, se diz incapaz de desempatar a indecisão do Supremo. A omissão confunde eleitores já confusos e abre caminho para processos e recursos de candidatos suspeitos de falcatruas.

Para culminar o vexame, um vídeo mostra um advogado, genro do juiz do STF Carlos Ayres Britto, em negociação a peso de ouro com Roriz para livrá-lo da pecha de ficha suja. O acordo não chegou a ser firmado. Mas isso sim é um deboche, que deixa o Brasil tiririca da vida.

Época - Ruth de Aquino